Pé diabético- Sintomas, Tratamentos e Causas:

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É a infecção, ulceração e destruição dos tecidos profundos associada a anormalidades neurológicas e a vários graus de doenças vasculares nos membros inferiores. O pé diabético é um problema que surge na perna e, principalmente, nos pés de pessoas que sofrem de diabetes. Esta condição é um desafio à profissão médica e à ciência, sendo que vem sendo continuamente estudada. As alterações provocadas pela diabetes são muitas e podem acometer o corpo como um todo de formas variáveis. Quando a moléstia já se encontra em fase avançada a área mais afetada é a de transição do tornozelo para o pé.

As lesões podem ser de difícil tratamento e de prognóstico um tanto quanto reservado. Geralmente o diabético só se dá conta da situação quando o pé diabético já está em péssimas condições. Nestes casos quase sempre há uma infecção secundária, o que torna ainda mais complicado o tratamento. Algumas medidas preventivas podem ser tomadas para evitar tal condição. O tratamento nem sempre é efetivo e os sintomas podem ser bastante incômodos e preocupantes.

Agente causador:

Os problemas na circulação nos membros inferiores são as complicações mais comuns entre os diabéticos. Estima-se que mais da metade dos pacientes com diabetes e com idade acima de 60 anos possui pé diabético. As alterações acabam levando a neuropatias, isquemias, úlceras, infecções e tromboses.

A falta de sensibilidade nos pés é um dos principais fatores que leva ao surgimento das lesões. É preciso ficar atento aos sinais e sintomas, caso contrário a situação irá piorar e o paciente pode perceber tarde demais.

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Como se descobre a doença (diagnóstico):

Para o correto diagnóstico do pé diabético é preciso entender as suas causas e também as suas consequências. Um exame clínico e físico adequado tende a dar resultados positivos. Para o exame clínico é necessário estudar os sintomas e os sinais. Dependendo do que o paciente está sentindo uma série de nervos diferentes pode ter sido afetado. Gangrena e ulceração são sintomas de uma grave insuficiência arterial.

Alguns exames em específico podem ser realizados com o intuito de ajudar a solucionar o caso. O teste com monofilamento, por exemplo, é importante para avaliar a incapacidade de sentir pressão. Já o teste com o martelo é utilizado para verificar a sensação profunda, assim como o teste com o diapasão para avaliar a sensação vibratória.

O teste com doppler, o teste com fotopletismógrafo, a medida da pressão transcutânea de oxigênio, o teste de cultura de amostras teciduais, a radiografia e a cintilografia são outros procedimentos que podem ser usados para o diagnóstico do pé pé diabéticodiabético. Após a certeza da enfermidade deve-se dar início a um tratamento o quanto antes. Na maioria das vezes o pé diabético se encontra já em péssimo estado quando detectado, fato que aumenta ainda mais a preocupação com um tratamento adequado.

Sintomas:

Os sintomas e os sinais do pé diabético dependem da gravidade e também da profundidade da situação. De forma geral, o que se observa é:

Dor mesmo em repouso;
Palidez;
Cianose;
Atrofia da pele;
Hipotermia;
Bolhas;
Gangrena seca;
Úlcera isquêmica;
Pele ressecada;
Alterações na sensibilidade;
Calosidades;
Deformidades ósteo-articulares como joanetes;
Edemas;
Necrose infectada;
Pus na ferida;
Diminuição na sensibilidade térmica;
Diminuição dos reflexos;
Dormência e fraqueza nas pernas.
Devido à falta de sensibilidade no local, muitos diabéticos acabam percebendo a seriedade do caso somente quando a ferida começa a exalar um mau cheiro. Algumas vezes a condição já pode estar bem complicada e o prognóstico não ser muito favorável. É importante ficar atento às medidas preventivas, de forma a evitar o surgimento destas lesões. Quanto antes elas forem diagnosticadas, mais eficaz será o tratamento.

Link para compartilhar o vídeo: https://youtu.be/PJDBfXxImWw

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